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Monday, November 03, 2008

The Smile That Broke a Thousand Hearts

Ae!

Como expliquei no post anterior, tenho essa "vertente musical" que nem costumo divulgar muito. Principalmente porque 1) não sou músico e 2) muito do que eu faço é para "consumo interno". Serve mais como uma válvula de escape, uma espécie de terapia do que para qualquer outra coisa. Em geral, quem acaba escutando são meus amigos.

Só que essa semana terminei uma música nova que realmente me deixou bem satisfeito. Nem tanto pelo resultado final, que talvez nem seja tão diferente de outras coisas que eu fiz para quem ouve, mas pelo processo de elaboração. Foi a primeira vez desde que comecei a usar o Reason há sei la quantos anos, que fiz questão de examinar com cuidado cada timbre, modificando sem pressa o que achava que podia ficar melhor.

O saldo foi positivo não só porque realmente gostei do que ouvi, mas porque essa paciência pra verificar cada detalhe, mesmo que tenha estendido o processo por alguns dias, é a prova de que a concentração que me tem faltado nestes anos todos está voltando aos pouquinhos. O que provavelmente significa mais produçaõ vindo por aí.

Boomp3.com

Antes que alguem pergunte, o "nome artístico" Burning McGyver vem de uma brincadeira completamente nonsense e irreproduzível ocorrida na faculdade. Pra mim, a graça toda é que todo cara que faz música eletrônica tem algum nome bizarro que não faz o menor sentido (e J.M. Trevisan não caía assim tão bem nesse caso).

Já o título da música, apesar de ser uma espressão bem conhecida, me veio por causa de um entrevista dada pelo Michael Stipe, vocalista do R.E.M., para a Rolling Stone na década de 90 (matéria que traduzi recentemente e que deve ser publicada na versão brasileira da revista agora em novembro).

Cheers!

T.

Friday, October 31, 2008

Bonded!

Ae!

Que eu faço um pouco de cada coisa na vida que não dá dinheiro, acho que todo mundo já sabe. Mas uma das minhas atividades menos divulgadas é a de...como diabos eu posso chamar isso? Produtor musical, talvez?

O fato é que mexo com programas de áudio por lazer desde 97, e de lá pra cá acabei aprendendo alguma coisa. Há algumas semanas, meu amigo Esponja (webdesigner, publicitário e homem de família) pediu - mediante a a posterior pagamento - autorização para usar uma trilhazinha antiga que eu tinha feito para um trampo novo. Obviamente, autorizei.

O engraçado é que a "música" era pra ser uma espécie de tema da Black Máfia, meu quadrinho com o Breno Tamura. Uma coisa que evocasse as antigas trilhas daqueles filmes policíais dos anos 70 e tal.

Pra conferir o resultado do meu trabalho (e do Esponja) é só clicar aqui.

Cheers!

T.